Um certo dia, a pequena nuvem se assustou com o tamanho de outras nuvens que se aproximavam. Elas eram tão grandes, carregadas, cinzentas, enquanto que a pequena nuvem era branca e leve, levinha mesmo!
Ela então rezou, para que a tempestade não viesse, e que ela pudesse permanecer no céu daquele lindo jardim, de onde poderia continuar observando as flores, as arvores, as abelhas e toda a vida daquele sossegado lugar.
Suas preces foram atendidas e realmente a tempestade não caiu, porem o tempo nunca mais ficou claro como era antes. Uns dias eram mais claros, outros mais escuros, e a pequenina nuvem conseguiu se adaptar e conviver com a mudança.
Conseguiu perceber que mesmo com aquele tempo nublado, ela podia ver o jardim e tudo o que havia nele, que tanto a alegrava. Alegrava, mas não totalmente! Faltava o brilho do sol, o quente do sol, a brisa suave espantando o calor, o colorido da primavera e a altivez do verão. Ela continuava ali, no outono bom, mas bom podia ser ótimo; e bom poderia ficar ruim!
Quando ela menos esperava um raio de sol penetrou o dia de forma a deixa-la com a esperança de ter novamente a primavera e o verão. Durou pouco. Como anteriormente, as nuvens grandes e pesadas começaram a surgir, e aquele raio de sol foi ficando mais longe, mais difícil de ver!
Ela agora não sabe se ora como fizera antes, se entra na conformidade de aceitar o inverno, e acredita no inevitável destino, ou se dá uma banana para as estações do ano e vai viver sua vida de pequenina nuvem de primavera em algum outro lugar!
Ah, a dúvida...sem ela o que seríamos?
Ela então rezou, para que a tempestade não viesse, e que ela pudesse permanecer no céu daquele lindo jardim, de onde poderia continuar observando as flores, as arvores, as abelhas e toda a vida daquele sossegado lugar.
Suas preces foram atendidas e realmente a tempestade não caiu, porem o tempo nunca mais ficou claro como era antes. Uns dias eram mais claros, outros mais escuros, e a pequenina nuvem conseguiu se adaptar e conviver com a mudança.
Conseguiu perceber que mesmo com aquele tempo nublado, ela podia ver o jardim e tudo o que havia nele, que tanto a alegrava. Alegrava, mas não totalmente! Faltava o brilho do sol, o quente do sol, a brisa suave espantando o calor, o colorido da primavera e a altivez do verão. Ela continuava ali, no outono bom, mas bom podia ser ótimo; e bom poderia ficar ruim!
Quando ela menos esperava um raio de sol penetrou o dia de forma a deixa-la com a esperança de ter novamente a primavera e o verão. Durou pouco. Como anteriormente, as nuvens grandes e pesadas começaram a surgir, e aquele raio de sol foi ficando mais longe, mais difícil de ver!
Ela agora não sabe se ora como fizera antes, se entra na conformidade de aceitar o inverno, e acredita no inevitável destino, ou se dá uma banana para as estações do ano e vai viver sua vida de pequenina nuvem de primavera em algum outro lugar!
Ah, a dúvida...sem ela o que seríamos?

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